Apenas idéias anexadas, com nexo ou sem nexo, formando um circulo vicioso de pensamentos.
Carlos Henrique de Castro Howes
04/01/83
MSN - chchcobain@hotmail.com
The "real" Joseph Climber
Recentemente, Joseph Climber se tornou um grande fenômeno da internet brasileira. Para quem não sabe do que estou falando, Climber é um personagem fictício criado pelo grupo de humor "Os Melhores do Mundo", caracterizado por ser um sujeito acima do comum, um exemplo de persistência e perseverança, que nunca desiste de lutar mesmo com todas as adversidades que a vida coloca em seu caminho. Vocês podem conferi-lo nesse vídeo.
A realidade, entretanto, nos apresenta exemplos de pessoas com um poder de superação tão admirável quanto o do cativo personagem de humor. Neste caso, cito um bastante conhecido por qualquer pessoa que habite esse planeta. Trata-se de Ronaldo Nazário, também conhecido como Fenômeno, um dos maiores jogadores de futebol da história de nosso país, que conquistou vários recordes e feitos, mas que para isso, teve de superar uma série de problemas, sejam de ordem física ou psicológica.
O jogador começou a carreira no modesto São Cristóvão (RJ), passou pelo Cruzeiro (MG) e transferiu-se para o futebol Europeu bastante novo, ainda com 17 anos, em 1994. No mesmo ano, participou da conquista do tetracampeonato mundial na Copa dos EUA, embora não fosse titular da seleção. Quatro anos depois, em 1998, ele estava na Copa da França, dessa vez como titular e grande craque do nosso time. A partir daí, a montanha russa de sua carreira realmente começou:
* Naquela mesma Copa, Ronaldo estava no auge de sua carreira. Já havia sido considerado "Melhor Jogador do Mundo" por dois anos seguidos de acordo com a Fifa (em 1996 e 1997) e vinha sendo o artilheiro do Brasil na Copa, com quatro gols. Entretanto, no dia do jogo da final, contra a França, o Jogador teve uma convulsão e quase não foi escalado. Acabou entrando em campo, mas ainda abalado pelo recente "choque físico", teve uma atuação pífia. O Brasil perdeu a final por 3 x 0, e o jogador acabou como o maior responsabilizado pela derrota.
* Logo após a Copa de 98, o jogador começou a tentar se redimir, com excelentes atuações na seleção brasileira (como a conquista na conquista da Copa América) e no seu clube, a Inter de Milão. Entretanto, sua carreira começou a vir carreira abaixo. O jogador teve uma série de dores no joelho e foi obrigado a operar em 1999, ficando por um ano parado do futebol.
* Após um longo período de recuperação, Ronaldo conseguiu voltar aos gramados, em abril de 2000, em uma partida da Inter contra a Lazio. Com apenas 13 minutos de partida, o jogador sofreu outra lesão no joelho, ainda mais dramática que a anterior. Depois do episódio, muitos disseram que o jogador jamais voltaria a jogar.
* Após quase dois anos de recuperação, Ronaldo voltou vagarosamente no final de 2001, tentando buscar uma vaga na seleção brasileira que atuaria na Copa de 2002. A maioria dos brasileiros duvidou de sua capacidade de recuperação, e preferia a convocação de Romário para seu lugar. Mas Felipão, o treinador, numa aposta certa acreditou no atacante.
* A copa de 2002 veio, e Ronaldo, após sofrer duras críticas, ficar parado por 2 anos e meio, e ainda receber a desconfiança de 98, dá a volta por cima. O jogador foi o artilheiro do mundial com 8 gols (marca inalcançada em Mundiais há 30 anos) e a seleção brasileira sagrou-se pentacampeão mundial de futebol. Ronaldo dava a volta por cima e calava seus críticos.
* Ainda no mesmo ano, Ronaldo, que recebia críticas do treinador de seu antigo clube, a Inter, transfere-se para o Real Madri, da Espanha. O jogador conquista o título mundial de clubes pelo Real, torna-se o artilheiro do clube na temporada e ganha mais uma vez o título de melhor jogador do mundo.
* Mas como nem tudo são flores na vida do fenômeno, outros problemas o atingiram. Ele voltou a ter problemas físicos, e às vésperas da Copa de 2006 foi acusado de "gordo" pela imprensa e os torcedores. A copa veio, e embora o desempenho da seleção tenha sido inferior ao esperado, ele certamente não foi o maior responsável por um time mal-armado e um meio-de-campo incapaz de operar. Acabou como artilheiro da seleção na copa, com 3 gols, e tornou-se também o maior artilheiro de todas as copas, superando craques históricos como Pelé e Fontaine.
* Após a Copa, os problemas de Ronaldo passaram a ser específicos com Fábio Capello, treinador de sua equipe, que não gostava do jogador. Após amargar a reserva por alguns meses, Ronaldo transfere-se para o Milan, da Itália, onde tem feito boas atuações e marcando gol em quase toda as partidas. Já o treinador que o criticava no Real Madri tem afundado o time espanhol em uma crise cada vez maior.
E assim segue sua carreira, cheia de críticas, seguidas por resultados que sempre calam aqueles que duvidam de sua capacidade. Com tantos problemas em seu caminho, é provável que muitos outros teriam desistido mais cedo do que ele. Mas não estamos falando de um jogador qualquer. Estamos falando de um jogador que soube enfrentar as dificuldades, e esperar sempre os melhores momentos para provar do que era capaz. Um grande exemplo para qualquer pessoa, independente de pertencer ou não ao meio esportivo.
Alguém ainda é capaz de duvidar de Ronaldo? Eu acredito que sim. Mas se tivesse que apostar em alguém, certamente apostaria nele. O jogador, que chega na casa dos 30 anos, ainda tem algo a render pelo futebol. E quem sabe, nos dar alguns outros exemplos. Talvez, se ele pudesse ter outro nome, esse seria "Superação".
Planeta
Quando eu era criança, desejava ser astronauta, assim como vários outros garotos. Eu gostava de ver noticias de planetas e astronomia no jornal, mas com o tempo fui me desinteressando por estes assuntos. Entretanto, nesta semana li uma noticia que pode ser bastante relevante para aqueles que se interessam por astronomia ou ufologia: a descoberta, por cientistas europeus, de um novo planeta fora do sistema solar, que apresenta características de temperatura similares às da Terra. O que isso significa? Significa a possibilidade de haver água potável e até mesmo vida na superficie deste planeta. Esse fato ainda não pode ser constatado, mas é especulado. Mais informações aqui e aqui.
Os posts abaixo são a respeito do lançamento dos discos de duas bandas, uma australiana e outra brasileira. E apesar de suas diferenças musicais, elas apresentam uma semelhança muito grande: a árdua e criativa opção de se manterem sempre modificando e inovando em seus trabalhos, fugindo do fácil e tentador caminho do comodismo musical. Essa opção às vezes coloca os artistas em um patamar impopular, pois nem todos os fãs avaliam mudanças com bons olhos. E talvez por isso, este tipo de postura é admirável.
Violins - Tribunal Surdo
"Tribunal Surdo" é o quarto disco da banda goiana Violins, e o terceiro do grupo gravado com letras em português. O álbum carrega consigo o reflexo de mudanças na formação do grupo, com a troca de um baixista (Thiago Ricco assumiu o baixo) e saída do guitarrista Léo Alcanfor. Trabalhando apenas com uma guitarra, a banda então assumiu uma sonoridade mais crua, com a guitarra de Beto Cupertino em postura mais grave os teclados de Pedro Saddi ganhando mais espaço e acrescentando mais efeitos no vácuo deixado pela guitarra ausente.
Em termos de melodias, a grande mudança é o acréscimo de mais peso ao som de uma banda que um dia já foi comparada com Radiohead, e tinha como marca a suavidade. Essa mudança já se fazia presente no álbum anterior, o "Grandes Infiéis", mas agora assumiu mais corpo. Há a presença de riffs de guitarra cada vez mais fortes, dignos de honrar grandes grupos de hard rock, de solos de baixo distorcido e da bateria de Pierre ainda bem cadenciada, mas com uma punhalada extra. Isso tudo fica bem claro nas pesadas "O Interrogatório" e "Solitária". Enquanto a maioria das bandas tende optar por mais leveza musical com o passar do tempo, o Violins preferiu o peso.
Todo essa atmosfera sonora faz mais do que sentido para um disco que carrega consigo letras densas. O "Tribunal Surdo" é um disco temático, e quebra tabus ao descrever verdadeiros retratos de pessoas perdidas na vida e repugnadas pelo social como: ladrões (em "Campeão Mundial de Bater Carteira"), tarados violentos (em "O Anti Heroi Pt 2"), bêbados (em "A Lei Seca"), assassinos (em "22"), atiradores (em "Saltos Ornamentais Árabes..."), malucos (em "O Manicômio"), cretinos (em "Missão de Paz na África") e preconceituosos ("Grupo de Extermínio de Aberrações"). Essa última é também a mais comentada do disco, candidata a carro-chefe entre os fãs. Por outro lado, correria o risco de ser mau interpretada e bastante polemizada, caso a banda fosse integrante do grande showbizness. Nem todos entenderiam bem a ironia retratual dos versos viciantes de "eu garanto que seus filhos agradecem por crescer sem tem que conviver/com bichas e michês/e pretos na tv/discípulos de che/putas com HIV". Mas felizmente o Violins ainda é uma banda do meio independente.
Com lançamento em selo independente, pouca divulgação e raríssimas apresentações pelo país, o Violins ainda é restrito a poucos. Ainda assim tem uma legião de fãs cativos e alguns prêmios acumulados. Nada mais justo para uma banda que está acima de quase toda a média nacional. Num lugar onde muitas bandas repetem às outras e a elas mesmas, o Violins esbanja criatividade. E "Tribunal Surdo" talvez pode até não ser o melhor trabalho deles. Mas é um disco fenomenal. E tê-lo é um investimento garantido.
Silverchair - Young Modern
Antes de chegar ao seu quinto álbum, o grupo australiano Silverchair percorreu um longo caminho. Começaram a carreira muito cedo, em 1995, ambos na faixa dos 14 anos, com um som pesado e bastante influenciado por grunge e rock dos anos 70, algo bem específico em seus dois primeiros discos. Em 2000, o vocalista/guitarrista Daniel Johns sofre de anorexia, e esse sofrimento foi despejado em "Neon Balroom", seu terceiro disco, e prova viva do amadurecimento da banda, já flertando com sonoridades mais criativas na base do space-rock. Daí em diante, Daniel passou a tomar sozinho a frente criativa da banda, e sua evolução não parou mais. Anos mais tarde, ele foi o compositor do disco "Diorama", uma verdadeira obra-prima, recheada de orquestrados e belas canções e letras poéticas, porém musicalmente bastante complexas e diferente do que os fãs da banda estavam acostumados. O trabalho causou um certo susto à principio, mas com o tempo, cativou novos fãs.
Com isso Daniel maximizou suas facetas musicais, cantando em alto nível e participando da composições de todos os arranjos mais complexos de seus disco, até dos orquestrados. Era a prova de um sujeito musicalmente atípico e privilegiado, algo que Daniel também mostrou em seu projeto paralelo, o Dissociatives, onde ele também flertava com música eletrônica e ao mesmo tempo artesanal. Porém, Daniel se envolveu tanto com o Dissociatives que acabou deixando o Silverchair um pouco na geladeira. Tudo isso serviu para um grande numero de boatos de um possível fim da banda. Era tudo balela. Eis que então, eles voltam novamente com "Young Modern", mais recente álbum da banda, deixando para trás um hiato musical de seis anos, que havia desde o lançamento do Diorama, em 2001.
O "Young Modern" é mais um jogada de Daniel Johns contra aqueles que já haviam se acostumado com as mudanças do Diorama. O trio flerta com vários elementos e ao mesmo tempo com nenhum que rotule o disco. E faz tudo isso com bastante qualidade. O álbum se inicia com a mais embalada faixa-título, que poderia prenunciar uma pegada mais rock'n roll no disco. Entretanto, na segunda faixa, o apelo é mais pop, com "Straigh Lines", a primeira música de trabalho, um grude fatal na cabeça de qualquer um. E Daniel destila ao máximo seu "faro pop" em duas outras faixas do disco: "Wainting All Day" e "Low". Apesar de deliciosas, as faixas também não serviriam para refletir o disco.
Em "If You Keep Losing Sleep", um dos destaques do disco, a banda leva a sonoridade por traços malucos, timbres incríveis, com pianos e orquestrados viajados e uma leve lembrança da insanidade do Dissociatives. Em "Mind Reader", uma certa insanidade é mantida, mas é mesclada com fundos de blues e jazz rasgantes. Já "Those Thieving Birds 1/Strange Behavior/ Those Thieving Birds 2" é uma faixa tripla em uma única canção, com várias mudanças de andamento e o vocais impecaveis. Genial. A letra é recheada de metáforas e ao mesmo tempo é simples e envolvente, e esse é um aspectos onde Daniel mais evolui, perceptível por todo o disco, como na faixa final , a bela "All Across the World". Na audição do disco, Johns e seus comparsas crescem cada vez mais como músicos, destacam-se com letras e melodias envolventes e mostram que não tem medo de mesclar. Prova viva de que a junção de maturidade e criatividade só podem mesmo culminar em um resultado excelente.
Heroes
Admito que antes de assistir "Heroes", fiquei com o pé atrás. O falatório em cima do mais novo seriado da NBC era grande, e convenhamos que às vezes um grande "hype" pode funcionar como propaganda negativa. Mas o que mais pesava no meu receio, eram as comparações que se faziam de Heroes em relação a Lost. Como não suspeitar de algo que pode ter sua originalidade questionável?E realmente, originalidade não parecia o forte de Heroes, já que o primeiro episódio já revela a saga de pessoas com DNA's especiais, que lhe dão uma habilidade diferencial em as pessoas comuns. Essas habilidades às vezes causam transtornos grandes à vida dos humanos "premiados". Você conhece esse filme? Remete um pouco a X-men, com certeza. Mas antes que você pense que Heroes é uma mistura barata de X-Men com Lost, vamos apertar a tecla "pause".
Heroes é uma série muito, mas muito interessante. E se a idéia central do seriado não é totalmente nova, o enrendo, o entrelaçamento dos personagens e o desenvolvimento da história são. Como Lost, Heroes apresenta uma trama cercada de mistérios, porém muitos mistérios são resolvidos com mais agilidade para perpetuar o surgimento de novos mistérios. E a gama de mistérios da história é muito ampla, já que ela nao se estende a uma ilha, mas a todo o nosso planeta. E como os X-Men, o Heroes narra personagens com "habilidades especiais", porém com um roteiro menos heróico, e mais dramatizado. Acreditem, isso é um grande ponto.
Personagens como Hiro Nakamura, Claire, Parkman e os irmão Petrelli são cativantes. E os autores carregam o mérito e prender o espectador a cada episódio, seja com mistérios, com ligações entre os personagens ou com uma história atraente. Se esse pique vai se manter pelas próximas temporadas, não sabemos. Mas de uma coisa eu sei: Se você ainda não assistiu a primeira temporada de Heroes, que está próxima de chegar ao fim, corra atrás de assistir. È uma boa pedida.
F.R.I.E.N.D.S
Durante a maior parte dos últimos 40 dias, onde eu estive me recuperando de uma cirurgia na coluna e mal podia sair de casa, poucas coisas me restavam a fazer. Assim, a medida em que voltava a vida normal, procurei me entreter um pouco dentro do lar, já que não poderia sair para trabalhar. E neste tempo todo, o meu maior hobby foi assistir "Friends".
Graças a minha namorada, que me emprestou toda a sua coleção completa com as 10 temporadas do famoso seriado, pude acompanhar e re-acompanhar, dia após dia, a saga de Ross, Rachel, Joey, Monica, Chandler e Phoebe, me divertir, rir bastante e até chorar um pouco. Na sexta feira passada, quando terminei de assistir o último episódio da última temporada, eu já estava praticamente recuperado da minha cirurgia. Hoje já faço 98% das atividades normalmente, e durante esse período, os meus "friends" foram literalmente "best friends", junto comigo dia após dia, levantando o meu humor e me ajudado a passar o tempo, à medida que minha saúde voltava ao normal.
Volta e meia eu me pego pensando sobre o final dessa série e da saudade que ela me dá. Reconheço talvez não poderia durar mais do que durou. A vida dos produtores e atores por trás do Friends tinha que seguir. E a de muita gente, foi marcada por este trabalho. Não é qualquer série que se mantém no ar por dez anos com sucesso intocável de público. Mas definitivamente, Friends não é uma série qualquer. Pelo menos não para mim. E creio que para muitos também. Se todos tem suas preferências na vida, eu tenho a minha: este, sem dúvida, foi e ainda é, meu seriado favorito de todos os tempos. È como um grande amigo, para quem você cantaria: "I'll be there for you. Cause you're there for me too."
Disque-Caos
Após quatro anos trabalhando em três lugares diferentes relacionados a suporte técnico, em diversos segmentos de informática, creio que tenho uma certa experiência neste setor (nota ao leitor: Calma, isso não é um Curriculum Vitae, é apenas a introdução de um post, não precisa fechar a janela). E não precisei de muito tempo para constatar alguns defeitos dos trabalhadores de suporte, ou seja, daqueles que trabalham diretamente no atendimento ao público, para auxiliar, resolver problemas e solucionar dúvidas. Dentre esses defeitos, o mais clássico deles está no fato de que a maioria indiscutível dos atendentes em suporte não estão preocupados em solucionar um problema (que é a sua real função), mas sim em "se livrar" do problema.
Cansei de ver companheiros de trabalho apenas transferindo a responsabilidade de um problema para outro funcionário ou outro setor, ou até mesmo muitas vezes, relatando o problema como "insolúvel" e inventando soluções "rápidas e equivocadas", tudo isso para se livrar do trabalho de analisar, discutir, estudar, insistir e resolver aquele "obstáculo". O correto a ser feito "gasta" muita energia, e por isso, essas pessoas preferem mesmo se livrar da peneira o quanto antes. Com o passar do tempo, passei a observar que esse comportamento era comum em todos os setores de suporte, e não apenas o de informática.
Em suporte de companhia telefônica celular, principalmente, vi atendentes fazendo de tudo para transferir o meu problema para loja ou inventando desculpas mirabolantes para não soluciona-lo, e muitas vezes, por mim mesmo, constatei que a solução era simples. Suporte de cartão de crédito, de telecomunicações, de banco, de loja virtual, em todos eles, sem exceção, dá para se observar o comportamento "de fuga" de vários funcionários.
No serviço público então, qualquer atendimento que se faça é ainda mais caótico. Recentemente, fui vitima desse comportamento ao ser atendido pelo INSS, quando fui obrigado a gastar vinte dias, fazer várias ligações e passar por três agências para resolver um problema no meu PIS que poderia ser resolvido em 5 minutos, se os funcionários tivessem analisado melhor o meu problema ou se informado com seus superiores. Isso tudo de certa forma, me preocupa. No Brasil, a burocratização dos segmentos, é um dos grandes entraves da nossa economia. Se as empresas se preocupassem mais em capacitar os seus funcionários, e se fosse desenvolvida entre as pessoas e os funcionários uma cultura mais responsável e menos preguiçosa nos serviços de "atendimento", com certeza perderíamos menos tempo com nossos problemas, desburocratizariamos muitos serviços, e colocaríamos nossos intelectos para trabalhar melhor. Ou seja, a sociedade e as pessoas só teriam a ganhar.
Visual DNA