Apenas idéias anexadas, com nexo ou sem nexo, formando um circulo vicioso de pensamentos.

Carlos Henrique de Castro Howes

04/01/83

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ICQ - 34383293

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Quarta-feira, Setembro 27, 2006

LEIAM!

Este é um link para um texto interessantíssimo de Murilo César Ramos sobre a influência e comportamento dos principais meios de comunicação brasileiros em relação à política e a disputa presidencial. O texto trata da relação entre o poder, os interesses e a comunicação, e destaca a forma de como nossas revistas e jornais (televisivos ou impressos) fogem completamente da imparcialidade quando o assunto é política. Recomendado para todos, em especial para os meus amigos jornalistas que muito aprecio.

Pop'nRollStar (1:55 PM)

LOST




Já fazia um bom tempo que eu não assistia séries de TV. Parei há muito tempo atrás, ainda na época das temporadas intermediárias de "Friends", "Sienfield" ou "Anos Incríveis", a minha série favorita de todos os tempos. Não que eu não gostasse mais de assistir séries de TV, mas depois de um certo período na minha vida, não me sobrou tempo para tal. Eu fazia faculdade, trabalhava, estava envolvido com monografia e projetos. Por conta disto, eu ficava menos tempo na frente da TV, para assistir qualquer coisa que fosse.


Ainda havia o fator "internet". No meu escasso tempo livre, eu preferia gastar horas navegando pelo mundo "blogueiro", pelas desventuras da web, baixando canções ou conversando com amigos em chats, do que fazer qualquer outra coisa. Outro fator que me afastou do mundo das séries de TV foi o de que, após um certo tempo, parei de assinar planos extensos de TV à cabo em casa. E convenhamos, assistir série "dublada" em TV aberta é desanimador. Me lembro do meu irmão tentando me convencer a assistir "Smallvile" no SBT, série da qual ele é apaixonado, mas olha, Clark Kent falando em português e desincronizado para mim não dá. Assim, nunca me infiltrava em rodas de assunto sobre as séries do momento. Exceto por "Sex and The City", que eu conseguia assitir no Multishow (um dos raros canais "extras" que pegam em casa). Assim, quando a febre "Lost" explodiu há algum tempo, fiquei meio indiferente a ela. À principio eu não dei muita bola para série, e as intermináveis rodas de assunto sobre a mesma entre os amigos, na internet ou mesmo no bar da esquina.


Mas se o lendário e sensacional Joseph Climber teve várias fases em sua vida, eu também tenho as minhas. E com um senhor empurrão da minha sagaz namorada, uma fã assídua (na verdade um pouco mais que isso) de Lost, eu também me tornei um adepto da série. Um DVD emprestado aqui por ela aqui, um vídeo na Internet ali, e assim passei acompanhar a primeira temporada de Lost em tempo relâmpago. Agora, estou assitindo os primeiros episódios da segunda temporada, em um vício quase inconsumável de desdobrar os mistérios da série e de seus personagens, tentando correr a tempo de alcançar os primeiros episódios da terceira, que em breve vai estreiar na terra do tio SAM, e deverão estar disponíveis na web. Gosto de acompanhar personagens como John Locke e Sun, ou rir com outros como Hurley e Sawyer. Só não assisto vorazmente porquê meu tempo livre ainda é escasso, nessa vida severina de trabalhador. Mas sempre que posso, dou uma checada, com direito ao famoso "Previously on Lost". È, acho que estou de volta ao mundo das séries.

Pop'nRollStar (1:54 PM)

Quinta-feira, Setembro 21, 2006

Soundtrack of our lives

È incrível como os significados de algumas músicas podem variar de acordo com certas épocas de nossas vidas. Algumas canções antes tão significativas para mim hoje já não me emocionam tanto. Por outro lado, outras canções que antes se aparentavam um pouco irrelevantes hoje em dia são importantes e me tocam de alguma forma.

Se as nossas vidas mudam com o tempo, evidentemente que não levaríamos conosco sempre a mesma exata trilha sonora. As estações mudam, e as novas fases nos levam a assobiar novos ou velhos sons. Ainda assim, há sempre também aquelas músicas que sobrevivem à todas as nossas fases.

Pop'nRollStar (12:59 AM)

Para Daniela Cicarelli e Tato Malzoni:

Aluga-se um quarto para uma noite de amor. Privacidade garantida, sem acesso aos paparazzis. Não há necessidade de utilização de algas, pois há um toilet disponível para o seu maior conforto. E se é calor o que vocês procuram, em Goiânia temos calor de sobra. Preço camarada. Aceitamos pagamento em dolar.

Pop'nRollStar (12:59 AM)

Quarta-feira, Setembro 13, 2006



* Banda da Semana: Akron/Family. Os norte-americanos do Akron/Familly fazem um som cuja a espinha dorsal de sua influência é o folk. Porém, assim como Devendra Banhart, eles não exitam em experimentar em cima do estilo, e acrescentam ao som diversas influências de psicodelismo, ruídos eletrônicos e até guitarras. A banda não tem um integrante fixo em cada instrumento, e cada um dos quatro integrantes alternam funções de baterista até mesmo vocais. Escutem: "Lumen" e "Before and Again".

* Já viram como política e polícia tem tudo a ver? Não é por menos que a diferença entre ambas palavras são de poucas letras.

* Acho que foi-se o tempo em que eu passava boas horas no MSN...

* Lidar melhor comigo mesmo é talvez a melhor forma de lidar com a maior parte dos meus problemas. E essa batalha é sempre árdura. Mas até que não tenho tido tantos problemas. A não ser que comecemos a falar de vida profissional. Aí a dor de cabeça é braba mesmo.

* Por outro lado, no campo pessoal/emocional, vivo a melhor fase de toda a minha vida! =)

* Alguma vez eu disse o quanto eu odeio calor?

* Wikipedia? Que nada. A melhor e mais confiável enciclopédia da internet é essa aqui:

http://desciclo.pedia.ws/wiki/P%C3%A1gina_principal



No mais, apenas não se esqueçam que a vida... a vida é uma caixinha de surpresas. ;) (rs).

Pop'nRollStar (6:38 PM)

Terça-feira, Setembro 05, 2006

Ok Go




Já faziam alguns meses que nenhuma grande novidade musical me deixava realmente boquiaberto. Eu disse "faziam", até porquê agora fazem alguns dias que eu não consigo parar de ouvir (ou dançar?) com o Ok Go. O Ok Go é uma banda norte-americana montada em 1998 e já lançou alguns 3 EPs e 2 discos, com repercusão razoável, especialmente na cena independente. Confesso que já tinha ouvido falar de tal banda, mas talvez não tivesse conferido o seu trabalho antes por preguiça ou puro comodismo. Me corrigi de tal engano ao assistir uma apresentação perfomática do grupo na última edição do Video Music Awards da MTV, onde os vi os integrantes do grupo dançarem com 8 esteiras, de uma forma que nunca tinha visto antes. Confiram a apresentação aqui . Então, resolvi virar o "baú" da banda, e topei com coisas ainda mais bacanas.

Descobri que a razão da banda ter ido parar na premiação máxima da MTV foi simples: eles recentemente se tornaram um fenômeno da internet, especialmente no site do YouTube, que nos últimos dias chegou a mostrar links de seus vídeos na página principal. A receita especial do ingrediente atraente do Ok Go é a seguinte: Nos ingredientes básicos, uma banda que faz um rock alternativo de muita qualidade, com muitas influências de Pixies e The Cars, passando por Weezer e até mesmo Elliot Smith. No tempero diferencial, uma excelente pitada de humor criativo e irresistível, para não dizer realmente: cool. E por fim, uma estratégia pop bem sucedida.

Há algum tempo, o Ok Go começou a filmar uma série de videoclipes caseiros de suas canções, recheados de coreografias no-sense e bem ensaiadas, na melhor paródia possível de uma boy band. Suas coreografias passaram a ser imitadas pela internet e disseminadas em velocidade incalculável. Vídeos como "Here It Goes Again", "A Million Ways" e o famoso "manual de como jogar ping-pong do Ok Go" são imperdíveis, e fornecem aquilo que hoje é escasso na cena musical contemporânea: originalidade, ainda que em imagens. Até porquê, quando boas imagens se entrelaçam à boas canções, o resultado é matador. Beatles, Kiss e Madonna que o digam.

Pop'nRollStar (8:17 PM)