Apenas idéias anexadas, com nexo ou sem nexo, formando um circulo vicioso de pensamentos.
Carlos Henrique de Castro Howes
04/01/83
ICQ - 34383293
MSN - chchcobain@hotmail.com
Excesso ou ausência de criatividade na hora de escolher o nome da banda?
Pink Floyd
Red Hot Chili Peppers
Red House Painters
Comunidade Nin Jitsu
Bidê ou Balde
And You Know Us By The Trail of Dead
Queens of The Stone Age
Jeferson Airplane
Jets to Brazil
Dog Eat Dog
Sunny Day Real Estate
Maria do Relento
Gramofocas
Nada Surf
Toad the Wet Sprocket
Pedro the Lion
Yeah Yeah Yeahs
Acabou La Tequila
Moveis Coloniais de Acaju
Porno for Pyros
Mars Volta
Blink 182
International Noise Conspiracy
Pelebrói Não Sei
Graforréia Xilarmônica
Júpiter Maçã
Death From Above 1979
Little Quail & The Mad Birds
Zefirina Bomba
Monstros do Ula-Ula
The Tangerine Poetrees
Reel Big Fish
Jolie Holland - Escondida (2004)
1. Sascha
2. Black Stars
3. Old Fashion Morphine
4. Amen
5. Mad Tom Of Bedlam
6. Poor Girl
7. Goodbye California
8. Do You?
9. Darlin' Ukelele
10. Damn Shame
11. Tiny Idyll
12. Faded Coat Of Blue
<3.
VOTE
Carlão do Centrão. Partido Circulares.
O único candidato de palavra e sinceridade!
Se eleito vou:
- Aumentar a verba destinada ao FIMCOS (Fundo de Investimento da Minha Conta na Suiça)
- Combater o desemprego (Especialmente da Familia Howes)
- Fortalecer o Turismo Nacional (Através dos meus recessos ao decorrer do mandato)
- Investir na Cultura Nacional (Vou aumentar a biblioteca de casa)
- Combater a corrupção no país (Exterminando meus inimigos políticos, e diminuindo consideravelmente o número de corruptos)
- Incentivar o desenvolvimento do esporte (Especialmente o do meu time)
- Ser um representante do povo na Câmara ("Minha gente...")
- Colaborar para os projetos do governo do nosso ilustrissimo presidente (Desde que ele pague em dia o meu mensalão)
- Investir na Segurança Pública (Eu me seguro daqui, e vocês se seguram daí)
WINAMP PLAYLIST
De volta...
Buena Vista Social Club - Candela
Walverdes - Seja Mais Certo
Zumbi do Mato - A Ùnica Musica Ruim Que a Gente Fez
Muse - Starlight
Beto Mejia - Sarinha
Mombojó - Realismo Convincente
Los Hermanos - Fez-se Mar
Móveis Coloniais de Acaju - Aluga-se Vende
Elton John - My Father's Gun
Cat Power - The Greatest
Strokes - You Only Live Once
Jolie Holland - Darlin Ukulele
Air - Alone in Kioto
Elvis Costello - I'll Never Fall in Love Again
Kings of Convenience - Cayman Islands
Animals - Roadrunner
Aqualung - Strange and Beautiful
Stereophonics - Dakota
Built to Spill - Carry the Zero
As palavras, a virtualidade e o marasmo estão sendo substituidos pelos sentidos, por realidade e por novidades.
A trilha sonora da minha vida nunca esteve tão caprichada.
Eu tenho gostado cada vez mais de vermelho.
E daí se a seleção perdeu, se eu não tive férias ou se trocaram todo encanamento de casa?
Cardigans no Brasil. Nesse eu não vou poder ir. Mas em outros..
Quem vai me dar o Black Holes and Revelations, novo disco do Muse?
Agora dêem licença que vou ali viver um pouco. ;)
A vida às vezes toma rumos e destinos antes imprevisíveis. Reviravoltas podem acontecer em um piscar de olhos. E isso pode ser interessante.
Claire Colburn.
"I think I've been asleep most of my life".
"You have five minutes to wallow in the delicious misery.
Enjoy it, embrace it, discard it...
and proceed".
"Some music *needs* air. Roll down your window".
"I've spent so much time thinking about all the answers to the problem, that I forget what the problem *actually* was".
"I'm going to miss your lips. And everything attached to them".
Desejar viver a vida como um filme do Cameron Crowe... afinal todos temos direito de pelo menos "querer" ser feliz. =)
Paixões
Paixões? Amor? Não há dúvidas que esse é um dos temas mais intrigantes da humanidade, discutido e vivenciado pelo ser humano desde o principio da sua existência, sendo também fruto de questionamentos profundos, envolvendo desde filósofos primitivos até mesmo qualquer pessoa que você possa conhecer. Assim sendo, falo sobre um livro em questão propício a leitura de qualquer pessoa que se preze. Esse livro é o "Paixões: amores e desamores que mudaram a história", de Rosa Monteiro, lançado em 1999.
Fui apresentado a este livro há alguns dias, graças à Roberta, e desde então tenho me entretenido através dos dezoitos relatos de histórias amorosas de figuras históricas presente no livro, como os relatos das histórias de Evita e Juan Perón, John Lennon e Yoko Ono, Marco Antonio e Cleópatra, Liz Taylor e Richard Burton. Tais relatos são coletados de textos publicados pela autora sobre o tema no jornal espanhol El País.
Ao contrário do que se parece sugerir, o livro nem sempre fornece uma ótica otimista sobre o tema. Muito pelo contrário. A obra não abre mão do lado cru, humano e também surpreendente dos relatos citados. Através da analise psicológica, biográfica e às vezes da "recriação" romancista das várias figuras presentes no livro, e de suas diferentes paixões, presentes em diferentes fases cronológicas de nossa história, é possível constatar que pouco se pode constatar sobre essa força mística conhecida como paixão, que, durante o tempo, já foi capaz provocar guerras e morte, distorcer a razão, refugiar a paz, nomear o caos, ou simplesmente dar vazão ao sentimentos e tudo aquilo que é deveras humano.
Logo na introdução do livro, uma análise-geral feita pela autora já traz afirmações interessantes:
"O que define a paixão? Qual a característica substancial que nos faz reconhecê-la? Será um ingrediente sexual desenfreado? Certamente não, porquê existem paixões platônicas, os amores galantes e dos trovadores, a Beatriz do Dante. Seria mais correto dizer que a essência do passional é a alienação que produz: o apaixonado sai de si mesmo, e se perde no outro, ou melhor dizendo, naquilo que imagina do outro".
"Como dizia o ensaista suiço Denis de Rougemont em 'A História do Amor no Ocidente': 'O amor feliz não tem história. Só o amor ameaçado é digno de um romance".
"A paixão é um impulso místico, um sentimento religioso (de religare, unir) que nos impele a fundir-nos com o outro, pois, ao nos desmancharmos no ser amado, nos tornamos indestrutíveis. Ama-se contra a morte, como uma maneira de fugir desse despencar para o nada que é a vida".
"Todas as paixões são iguais e todas são ao mesmo tempo diferentes, porque variam o cenário, as necessidades de cada um, a maneira como enfrentamos com a felicidade ou com a desgraça".
Ou então, podemos ficar com as palavras do dramaturgo Manoel Carlos, descritas no prefácio do livro:
"Muitas vezes, esse forte sentimento - que abala e transforma o coração humano - confunde-se com amor. È fácil perceber a diferença: enquanto o amor abre os nossos olhos, a paixão nos cega. E mesmo assim, vale a pena."
Um beijo sutil ou um soco na face. Seja qual for sua conclusão, esta é uma leitura no mínimo instigante.